quinta-feira, março 30, 2006

Fórum Q promoveu seminário focando experiências de sucesso na Região Autónoma

A Delegação Regional da Madeira da Associação Portuguesa para a Qualidade (APQ) promoveu ontem um seminário intitulado "Para além da Certificação de Qualidade" que reuniu diversas entidades no Hotel Pestana Atlantic Palms, que, focaram nomeadamente, casos de sucesso na certificação de empresas, bem como abordaram questões mais abrangentes do conceito, para além dos regulamentos e das questões formais.
Idalina Martins, presidente cessante da da APQ/Madeira, que orientou os trabalhos, disse ao DIÁRIO que estava satisfeita com o nível de intervenções produzidas e de participação de técnicos no seminário. Recordou a propósito que a certificação não é um fim, mas sim o início de um processo de qualificação das empresas e de serviços disponíveis ao consumidor.
Nessa perspectiva a certificação de qualidade não é, por enquanto, obrigatória. Apenas nas empresas que manuseiam alimentos e na área da hotelaria é que oscontrantes e agências seguradores impõem regras que se perfilham pelos conceitos de certificação de Qualidade Alimentar. No entanto, Idalina Martins acredita que a exigência das empresas certificadas será imposta pelos consumidores que darão a devida importância a esses critérios. Na Madeira desde o aparecimento da delegação da APQ surgiram cerca de 70 empresas certificadas, um reflexo da boa política que tem sido seguida na Região, quer a nível governamental, quer das instituições, cujo trabalho de sensibilização tem sido muito importante para o despertar das empresas e dos utentes.
Ontem, também tomou posse a nova direcção da Delegação Regional da Madeira da APQ, que passou a ser presidida por Carla Candeias. Tem como vice-presidentes Laura Anjo, Sofia Loja, Délia Sousa e José Franco.
Durante a tarde o grupo que participou no seminário fez uma visita às instalações de Cozinha do Hotel Royal Savoy, onde estão satisfeitos todos os critérios de certificação alimentar e é considerado como um exemplo para o sector.
in Diário de Notícias de 30-03-2006

segunda-feira, março 27, 2006

Seminário "Para Além da Certificação de Qualidade"

Data: 29 Março de 2006
Local: Pestana Palms Hotel - Sala Varanda Mar
No próximo dia 29 Março, realizar-se-á um Seminário intitulado “Para além da Certificação da Qualidade”, organizado pelo Grupo dinamizador da Qualidade - Forúm Q em conjunto com a Delegação Regional da Madeira da APQ.
Este evento conta com a presença de um conjunto de especialistas para o desenvolvimento do tema, sob diversas vertentes, nomeadamente sobre a Implementação de Sistemas de Gestão Ambiental, de Segurança Alimentar e Segurança e Saúde no Trabalho.
Programa:
09:00 - Recepção dos participantes
09:30 - Abertura: Fórum Q e APQ
09:45 - Apresentação da nova direcção da delegação regional da APQ
10:00 - SGS: "Estou certificado ... e agora? - Eng. Rui Cordeiro
10:30 - INOVA: "Integração de Sistemas: Qualidade, Ambiente e Segurança" - Eng. José Morais
11:00 - Coffee break
11:15 - Casos de Sucesso na Região:
Ambiente - Eng.ª Sofia Lojas da ECM
Segurança e Saúde no Trabalho - Eng. José Vieira da EMT
Segurança Alimentar - Sr. Bruno Silva do Hotel Royal Savoy
12:30 - Encerramento: APQ
15:00 - Visita à Cozinha do Hotel Royal Savoy
Contactos para Inscrições:
APQ - DRM
Rua 31 de Janeiro, 52, 5º Dtº
9050-011 FUNCHAL
TEL. 291 280 085 / FAX: 291 280 085

Actividades - 2006

O Fórum Q pretende, em colaboração com a APQ-DRM, desenvolver as seguintes actividades no ano de 2006:
- Criação de uma Bolsa de Auditores (até Dezembro)
- Seminário "Para Além da Certificação de Qualidade" - Março
- Workshop Metodologia "6 Sigma" - Outubro

segunda-feira, novembro 28, 2005

Plano de Actividades para 2006

O Fórum Q encontra-se neste momento a preparar o Plano de Actividades para o ano de 2006.
Aproveitamos este espaço para solicitar as suas sugestões. Deixe-nos um comentário com a descrição das Actividades que gostaria que o Fórum Q desenvolve-se no próximo ano.
Nós agradecemos, desde já, os seus contributos!

terça-feira, setembro 13, 2005

Todos têm de contribuir

Para a Região vir a ser uma referência no domínio da qualidade a nível mundial

Abertura da conferência “O envolvimento da gestão de topo na qualidade das organizações” que teve lugar, ontem, no Instituto de Metrologia. O objectivo consistiu em analisar a forma como os gestores se envolvem nos sistema de qualidade.

Para que a intenção do Governo Regional de nos próximos cinco a dez anos a Região ser uma referência no domínio da qualidade a nível mundial possa ser realidade, «é preciso haver uma contribuição por parte das instituições públicas e privadas e mesmo dos particulares». A opinião foi dada pelo vice-presidente da delegação da Associação Portuguesa de Qualidade na Madeira na conferência “O envolvimento da gestão de topo na qualidade das organizações”, que se realizou, ontem, no Instituto de Metrologia. De acordo com José Franco, existem organismos públicos e empresas que não são certificadas, mas que têm muita qualidade, pois, no seu entender, «a qualidade existe independentemente das questões de certificação». Sobre esta matéria, referiu a existência de muitas organizações e empresas na Região com qualidade e que funcionam muito bem. A título de exemplo apontou a Direcção Regional de Estradas, que, apesar de não ser uma entidade certificada, «funciona muito bem», à semelhança de muitas outras. A conferência, que se destinou a pessoas de relevo na área da qualidade na Região, contou com a presença das directoras regionais do Comércio, Indústria e Energia e da Formação Profissional. O objectivo consistiu em analisar a forma como os gestores de topo e líderes das organizações se envolvem nos sistemas da qualidade e na qualidade das suas organizações e saber, ainda, como o transmitem na sua organização. in Jornal da Madeira de 24-03-2005

Resumo do Debate:“O Envolvimento da Gestão de Topo nas Organizações. O seu Impacto na Qualidade dos Sistemas de Gestão”


Moderador: Eng. Vitorino Seixas

Painel de Convidados:
Prof. Dra. Ana Isabel Cardoso – Presidente do Conselho Directivo da DTIM
Dra. Isabel Catarina Rodrigues - Directora Regional Comércio, Indústria e Energia
Dra. Rosa Oliveira - Coordenadora da Comissão da Simplificação e Modernização Administrativa
Dra. Sara Relvas – Directora Regional da Formação Profissional
Dra. Tomásia Alves – Directora da Escola de Hotelaria e Turismo da Madeira


Objectivo: Analisar os motivos que condicionam o maior ou menor envolvimento da gestão de topo na implementação de sistemas de gestão, particularmente os da qualidade, recorrendo ao testemunho de responsáveis de topo e da qualidade das organizações.


Resumo do Debate:

Questão
Que razões levaram a DRCIE a iniciar o processo de implementação de um SGQ?; Quem participou neste projecto?; Como é que tudo se processou, desde a ideia até a sua concretização?

Dra. Isabel Rodrigues – A vice-presidência do Governo Regional tem competências na Região Autónoma da Madeira como entidade dinamizadora do desenvolvimento da Qualidade, através da DRCIE. Foi considerado útil e essencial que a DRCIE fosse um exemplo e servisse de estímulo para que outras entidades viessem a implementar Sistemas de Gestão da Qualidade (SGQ).

Escolhemos a ISO, porque achamos que é aquela com que os nossos clientes (maioritariamente empresas do sector privado) mais se identificam e também numa perspectiva de os levar a implementar o SGQ.

Para a DRCIE tudo começou com a participação no projecto “ForQual”. Projecto este que consistia em receber apoio, formação e ter acesso a um consultor durante o período de seis meses de forma gratuita. Tivemos consciência que neste curto espaço de tempo, seria impossível implementar um SGQ que abrangesse toda a DRCIE, por isso optamos por nos concentrar na Direcção de Serviços da Indústria. Foi isso que fizemos e temos já essa Direcção de Serviços certificada. Mas não paramos por aqui, temos já os processos de Gestão implementados em toda a DRCIE. Fizemos ainda uma auto-avaliação com base na CAF e obtivemos como resultado, um plano de acções de melhoria. Algumas dessas acções são, por exemplo definir um sistema de planeamento e de definição da estratégia, medir o desempenho e estabelecer objectivos de melhoria e ainda elaborar um plano de formação.
Através deste plano de acções de melhoria, surgiu a oportunidade de nos candidatarmos ao primeiro nível de excelência da EFQM e foi o que fizemos. Foi necessário dar formação e acima de tudo sensibilizar todos os colaboradores neste sentido.
Este trabalho foi feito por mim, pois acho que quem lidera tem responsabilidade acrescida, tem que dar o exemplo, tem que acreditar e acima de tudo tem que fazer (agir).
Acho que o mais importante não é termos uma bandeira ou um certificado para mostrar, mas sim adoptar um comportamento e atitude de qualidade. São pequenas coisas que fazem a diferença. Há que lançar desafios todos os dias, fazer mais e melhor, trabalhar com e para a qualidade.

Dra. Sara Relvas – A DRFP teve o mesmo início que a DRCIE, pois também participou no projecto “ForQual” e também se concentrou numa Direcção de Serviços – de Formação profissional. No entanto, apercebemo-nos que seria difícil implementar um SGQ para uma Direcção de Serviços, quando todas as outras estão interligadas. Para preparar uma acção de formação é necessário o envolvimento de várias direcções. Então a decisão de implementar um SGQ abrangendo toda a DRFP foi tomada e estamos neste momento a trabalhar nesse sentido.
De realçar que o envolvimento de todos os colaboradores, incluindo a gestão de topo e dirigentes é fundamental para que o SGQ funcione.

Questão
O que mudou na DTIM após a implementação do SGQ?


Prof. Dra. Isabel Cardoso – A principal mudança ou vantagem que a implementação do sistema nos trouxe foi a facilitação do trabalho. O tempo de execução das tarefas diminuiu, pois todos sabem aquilo que têm a fazer e como o devem fazer. A normalização dos processos é uma das grandes vantagens da implementação de um SGQ.
Outra das vantagens é o facto de todos os colaboradores estarem mais atentos aos requisitos do cliente, principalmente aos requisitos implícitos, ou seja, aqueles que o cliente não especifica. A DTIM consegue este tipo de comportamento dos seus colaboradores através da formação/qualificação contínua. É necessário fazer bem à primeira vez.

Questão
Quais as preocupações da Escola Hoteleira na área da Qualidade?


Dra. Tomásia Alves – O papel da Escola deverá ser o de desenvolver atitudes nos alunos para a Qualidade e não se concentrar na implementação de um SGQ. Qualquer aluno, formador ou colaborador tem que ter uma atitude pró-qualidade. A escola educa os seus alunos para a exigência, para a higiene e para um comportamento de qualidade. Exemplo: “Se eu tiver um aluno que não lave as mãos, antes de tocar nos alimentos, toda a cadeia de higiene e segurança alimentar é posta em causa. Por isso é preciso educar e é esse o principal objectivo da escola.


Questão
O quê que a SRE está a fazer na área da Qualidade?


Dra. Rosa Oliveira - A SRE está na fase de consciencialização, de organização interna. De realçar que na Administração Pública é mais fácil falar de normalização, pois já existem normas e regulamentos definidos. No entanto a colocação em prática desta normalização é extremamente difícil.
Foi criada uma equipe, formada por um representante de cada serviço, com o intuito de trocar ideias e experiências entre os organismos. As reuniões, com periodicidade bimensal, têm servido para que os serviços se conheçam melhor e partilhem os sucessos, através da técnica de benchmarking. Esta iniciativa tenta criar hábitos de organização, mas ainda sem vista à certificação.


Questão
De que forma motiva e envolve os colaboradores?


Dra. Isabel Rodrigues – Através da constante sensibilização e formação.
É necessário sensibilizar os colaboradores continuamente e não apenas na fase inicial de implementação do SGQ.
A comunicação dentro da organização é fundamental para que os colaboradores se sintam motivados a produzir e a dar o seu melhor. Na DRCIE foi esse o segredo. Constatou-se que as pessoas ficam motivadas porque percebem aquilo que fazem e no que podem contribuir para o sucesso da Organização.
O processo de sensibilização e formação não terminou ainda, ele é contínuo.

Dra. Sara Relvas - O envolvimento de todos os colaboradores é crucial para o sucesso da implementação do SGQ. Temos grupos dinamizadores em todas as áreas e estamos constantemente a fazer sensibilização.
O facto de todos os processos da organização estarem escritos, torna o desempenho desta transparente. Todos os colaboradores sabem o que se passa dentro da sua organização e qual o seu contributo e isso facilita o envolvimento.

Prof. Dra. Isabel Cardoso – O envolvimento dos colaboradores é muito importante e sem ele não é possível ter qualidade. É necessário motivá-los racional e emocionalmente.
O acompanhamento e monitorização é essencial, e claro, a comunicação. Os colaboradores devem ser informados daquilo que se passa e o que se pretende do seu trabalho.

Dra. Rosa Oliveira – A Administração Pública tem uma vantagem sobre o sector privado, não tem que se preocupar com a Procura, isto é, haverá sempre utentes. O seu ponto de concentração é o de fazer melhor. A modernização administrativa também é qualidade, ou seja, fazer melhor, simplificando o modo como fazemos as coisas e reduzindo o tempo de execução.
Claro que para isto, é essencial que os colaboradores tenham conhecimento daquilo que se pretende. Saber aquilo que fazem, aquilo que pretendem deles e para onde caminham.

Questão
Por quê que a Escola Hoteleira ainda não implementou um SGQ, com vista à certificação?


Dra. Tomásia Alves – Porque formar é o principal objectivo da Escola. A Escola não é desorganizada. Ela tem a preocupação de criar normas de funcionamento. Cada serviço tem o seu manual de procedimentos. No meu ponto de vista, a certificação é apenas mais um negócio.
“Qualidade é acima de tudo uma questão de atitude”


Questões do Painel Assistente:

1) Como garante que um aluno da Escola Hoteleira cumpre aquilo que aprendeu, quando está a estagiar numa determinada empresa?

Dra. Tomásia Alves – É impossível fazer um controlo e garantir que o aluno respeita e cumpre com tudo aquilo que aprendeu, quando este está a estagiar. A empresa que está a proporcionar o estágio é igualmente responsável pelo trabalho desempenhado pelo aluno.

2) Existem sistemas de reconhecimento pelo trabalho desempenhado?

Prof. Dra. Isabel Cardoso – Sim. É claro que nem sempre este reconhecimento pode ser na forma de aumento salarial, mas existem outras formas de reconhecimento, como por exemplo, alargar o período de férias, ser mais flexível em termos de horário e marcação de férias ao longo do ano, ...
A qualidade tem que passar pela avaliação de desempenho e a avaliação das próprias chefias é crucial.

3) Quais os obstáculos que um orçamento pode trazer à implementação do SGQ? Obtiveram algum tipo de benefício no orçamento, após conseguirem a certificação?

Dra. Isabel Rodrigues - Os pequenos passos não necessitam de dinheiro. O primeiro passo a dar é olhar para a organização. Quando entrei para a DRCIE reparei que cada serviço trabalhava isoladamente e sem comunicar com os outros. A primeira coisa que fiz foi reunir todos, com o objectivo de reflectir em conjunto sobre a melhor forma de fazer as coisas. Partilhar conhecimentos e experiências e para isso não foram necessários grandes investimentos.


Mensagem Final do Painel de Convidados:

Dra. Rosa Oliveira – Saímos daqui motivados e seguros que é através da qualidade que melhoramos o nosso trabalho e o nosso serviço. Para atingir a qualidade é preciso também dar qualidade de meios aos colaboradores.
Nunca estar satisfeito, querer sempre mais e melhor.
Gerir melhor os recursos (humanos e financeiros) e partilhar o conhecimento.
Não desanimem! Criem grupos de trabalho.

Dra. Tomásia Alves – “Quando for grande, quero ser como a DRCIE e DRFP”

Prof. Dra. Isabel Cardoso – “Amanhã já é tarde!”

Dra. Sara Relvas – A qualidade e consequentemente a certificação é um processo inevitável. O reconhecimento do trabalho e empenho que temos é sem dúvida muito bom.

Dra. Isabel Rodrigues – Devemos continuar a reflectir sobre estas temáticas.
Qualidade é postura, é atitude, é envolvimento de todos.
Não existem coisas da qualidade, existem sim, coisas para a qualidade.
Qualidade é uma ferramenta de gestão. Talvez tenhamos de mudar a nossa linguagem, para que a gestão de topo perceba que a qualidade é importante e que não é uma coisa à parte.
São pequenas coisas, pequenos gestos e atitudes que fazem Qualidade.

quarta-feira, março 23, 2005

Apresentação do Fórum Q no Debate

No debate sobre o "Envolvimento da Gestão de Topo" a Dulce Pacheco apresentou o Fórum Q, em representação dos seus membros.

Aqui fica a mensagem:
"Pediram-me para que viesse aqui, perante vós, apresentar o Fórum Q, em representação dos seus membros. Faço-o com grande honra e prazer!
O Fórum Q é um projecto que acompanho desde o início e que partilho totalmente os seus objectivos e intenções. A ideia de formar um grupo de pessoas ligadas à área da Qualidade, que promovesse a discussão e a troca de experiências nesta área, surgiu em Novembro de 2003, no decorrer do vigésimo oitavo Colóquio Nacional da Qualidade, da APQ. Foi ao ver a apresentação de todas aquelas experiências que nos lembramos que seria muito interessante e instrutivo a partilha das boas práticas existentes na nossa região. A ideia surgiu mas, entretanto, ficou adormecida. Era um projecto muito interessante mas entre o trabalho, a família e o lazer não sobrava muito tempo para outras actividades. Contudo, não ficou esquecido.
Foi num outro seminário, em Março, que a Sibila veio ter comigo: “Então, vamos fazer aquele grupo para dinamizarmos a temática da Qualidade na Madeira? Mas vamos mesmo, está bem? A sério, vamos mesmo fazer o grupo!” Ao que eu respondi sim, vamos mesmo fazer o grupo.
Já nesse dia encontramos o nome ideal: Fórum Q. Iniciamos logo os contactos. Falamos com as pessoas que conhecíamos nesta área, com a Presidente da Delegação Regional da APQ – Idalina Martins - e marcamos uma reunião. Apareceram algumas pessoas. Explicamos a nossa ideia e o que pretendíamos. Recebemos alguns apoios, principalmente das nossas entidades empregadoras. Desde já, e aqui publicamente, o nosso grande Obrigado. Sem o seu apoio teria sido impossível desenvolver este projecto.
As reuniões com pessoas interessadas sucederam-se. No entanto, apercebemo-nos de uma nuance. Existia um núcleo duro de pessoas que estavam presentes em todas as reuniões. As restantes variavam e nós não estávamos a conseguir progredir como pretendíamos.
Aí a APQ-Madeira lançou-nos um desafio: que reuníssemos um núcleo duro e começássemos a trabalhar. Foi isso que fizemos. Reunimos quatro pessoas realmente interessadas e com vontade de trabalhar: a Délia, a Petra, a Sibila e eu. O caso começou a ficar mais sério…
Já em Novembro de 2004, definimos como seria o nosso logótipo. Depois foi só pedir a um designer para reproduzir a nossa ideia. Ao designer, Miguel Mão-Cheia, que infelizmente não está presente, fica aqui, publicamente, o nosso grande Obrigado.
No final do ano transacto a APQ-Madeira incitou-nos a formalizar o grupo junto da APQ e solicitou-nos um Plano de Actividades para 2005. Tentamos encontrar algumas actividades que abordassem problemáticas para nós interessantes e que, na nossa opinião, pudessem ser apelativas a mais pessoas. Deste trabalho reunimos um ambicioso Plano de Actividades, de onde resultou este painel/debate como primeira iniciativa.
Seleccionamos o tema “Envolvimento da gestão” porque consideramos uma condição essencial ao sucesso da implementação de um Sistema de Gestão da Qualidade.
Posso dizer-vos que a aderência superou as nossas expectativas. Desde o ilustre painel de convidados que acederam, de imediato, ao nosso convite, até ao elevado número de pessoas que mostraram interesse em debater este tema e que hoje marcaram aqui presença.
Para nós é gratificante e um incentivo para continuarmos a trabalhar na divulgação e dinamização da Qualidade. Até porque hoje já encontramos mais uma pessoa interessada em integrar o nosso projecto, a Eng. Natacha Pereira. Esperemos que seja a primeira de muitas que hão-de vir!
Ficamos à espera dos vossos contributos aqui neste debate, mas também no nosso blog, que pretende ser um instrumento para esclarecer dúvidas e contribuir para a divulgação de boas práticas. Esperamos, sinceramente, a vossa participação.
Muito obrigada!

Forum Q dinamiza novas metodologias na Região Autónoma

Debate sobre "Envolvimento da Gestão de Topo na Qualidade das Organizações" contou com o patrocínio da Associação Portuguesa para a Qualidade.
José Franco, representante da Associação Portuguesa para a Qualidade (APQ) na Região Autónoma, disse ontem ao DIÁRIO que não é só com iniciativas públicas que a Madeira irá conquistar num prazo de cinco anos, como é intenção dos seus governantes, um nível de Qualidade excelente. «Será necessário que estejam envolvidas nesse trabalho as empresas privadas», acentuou.
Por isso, destacou da maior relevância o debate que ontem teve lugar no Laboratório de Metrologia da Madeira, intitulado "O envolvimento da Gestão de Topo na Qualidade das Organizações" promovido pela APQ e pelo "Fórum Q", um grupo de dinamização constituído por técnicas que na Região se dedicam à Qualidade e são responsáveis por esses departamentos em algumas empresas locais.
No debate de ontem estiveram presentes as directores regionais do Comércio, Indústria e Energia e do Emprego e Formação Profissional, que puderam assistir a alguns relatos de experiências locais e também tomar um contacto mais aprofundado com as iniciativas em curso na Região. As conclusões deste debate podem constituir pistas de reflexão quanto às metodologias a adoptar com sucesso nas organizações.
«A Qualidade sempre esteve presente em todas as actividades, e na Região, têm sido dados passos significativos, embora considere que não esteja a cem por cento, pois há sempre possibilidades de apurar, pois a qualidade é um processo evolutivo que não acaba», considera José Franco, que adiantou que há um projecto que está a ser trabalhado com vista a adequar o discurso da APQ para uma maior sensibilização da Qualidade aos jovens em idade escolar.
Catanho Fernandes, In Diário de Notícias da Madeira de 23-03-2005

terça-feira, março 15, 2005

1.ª actividade - Painel/debate

O Fórum Q vai levar a cabo a sua primeira actividade, um painel/debate, no próximo dia 22 de Março, pelas 10 horas, no Auditório do Laboratório de Metrologia da Madeira (Parque Industrial da Cancela). Esta iniciativa, subordinado ao tema "O envolvimento da gestão de topo na gestão das organizações, particularmente na gestão da qualidade", contará com a presença de um ilustre painel de convidados e assistentes.

Se o tema lhe parece interessante, inscreva-se através do e-mail forumq@portugalmail.pt (número de lugares limitado).

Ficamos a aguardar o seu contacto!

quarta-feira, dezembro 15, 2004

Debate - Caso I

A empresa XPTO está certificada pela norma NP EN ISO 9001.
Um cliente da XPTO ficou extremamente insatisfeito com o atendimento prestado pela empresa e decidiu reclamar junto da entidade que certificou a XPTO.

O cliente pode fazer isto?
O que a XPTO pode/deve fazer?
O que a entidade certificadora pode/deve fazer?

Ficamos a aguardar os vossos comentários!